Link para o TSE, em artigo contestando possiblidades de hacker burlar o sistema e tambem email apocrifo circulando na internet
http://agencia.tse.gov.br/sadAdmAgencia/noticia
Monday, 3 May 2010
Sunday, 2 May 2010
A respeito da Escolha do Lula como o mais influente lider no Mundo
http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/novae-dalai-lama-foi-o-mais-lula-um-dos-mais.html
Ver tambem os comentarios colocados, em especial o do Serra em Camboriu
Ver tambem os comentarios colocados, em especial o do Serra em Camboriu
Extraido do Blog cidadnia.com
O Estadista e o populista
O Estadista e o Populista
Neste ano, o Brasil fará uma escolha entre projetos de governo para os próximos quatro anos. Pelo andar da carruagem, a escolha acontecerá entre os projetos de conservadores e de progressistas, na minha visão das ideologias dos dois principais grupos políticos que disputam a sucessão presidencial.
À meu juízo, conservador é aquele que defende que o Estado não seja o indutor de crescimento por meio de investimentos em todos os campos, que se abstenha de regular a atividade econômica e que defende que o “mercado se auto-regule”, além de ser contrário a investimentos de verdade em programas sociais.
O progressista, entendo que atribui ao Estado o papel fundamental de induzir a economia através de seus investimentos e participação direta nas atividades econômicas, e que aposta em inclusão social como forma de construção de um mercado de consumo de massas ao dotar os programas sociais de intensos investimentos públicos.
Os conservadores negam que a característica deles seja a que digo. Entretanto, como no Terceiro Mundo sempre pautaram o debate político com seus meios de comunicação e seus maiores recursos financeiros, cunharam dois termos para governantes que atuam por cada uma das formas aqui elencadas: “populista” e “estadista”
Indo ao dicionário, constata-se a definição corrente de cada um desses termos e se descobre uma significativa diferença entre eles, pois, gramaticalmente, inserem-se em duas categorias distintas: estadista é substantivo e populista é adjetivo derivado do substantivo populismo, cujo sufixo denota anomalia.
Vejamos as definições do dicionário Houaiss.
Estadista
Acepções
■ substantivo de dois gêneros Acepções
1 Pessoa versada nos princípios ou na arte de governar
2 Pessoa ativamente envolvida em conduzir os negócios de um governo ou moldar a sua política; homem de Estado
3 Pessoa que exerce liderança política com sabedoria e sem limitações partidárias
Populismo
Acepções
■ substantivo masculino
1 simpatia pelo povo
2 Rubrica: literatura.
Corrente estética e literária que busca assuntos e temas para suas obras junto ao povo mais simples, que ali é retratado com simpatia
3 Rubrica: política.
Denominação atribuída a diversos regimes políticos que surgiram na América Latina depois da crise de 1929, esp. na Argentina, com Juan Domingo Perón, e, no Brasil, com Getúlio Vargas, rompendo com as instituições democráticas, e cujas realizações concretas mais importantes foram: a diminuição do peso relativo das antigas oligarquias, esp. as rurais, a criação de legislação trabalhista que assegurou direitos aos trabalhadores, esp. os urbanos, a rápida industrialização, o nacionalismo como marca da política econômica nacional, o estatismo na economia, o crescimento da classe média
4 Rubrica: política.
Regionalismo: Brasil. A partir de 1980, doutrina e prática política, de esquerda ou de direita, que prega a defesa dos interesses das camadas não privilegiadas da população, mas que freq. se limita a ações de cunho paternalista, angariando dessa forma o apoio popular [Freq., o povo aglutina-se em torno da figura de um líder carismático. Obs.: cf. demagogia e demagogismo 5 Rubrica: política. Ação de natureza populista Ex.: esse governo precisa deixar de populismos e começar a governar de verdade
Cortemos para a natureza dos dois principais projetos de governo que disputarão a sucessão presidencial. Tais projetos trazem, queiram ou não alguns, duas marcas bem distintas: a do governo Fernando Henrique Cardoso e a do governo Lula.
Pergunta: a qual titular de cada governo se deve atribuir a titulação de estadista e a de populista?
Como se viu nas definições de cada um dos termos, o conceito de populismo é algo difuso. Mas, se nos prendermos aos aspectos enaltecedor de estadista e pejorativo de populista, teremos que analisar as condutas dos dois governantes supra mencionados, ainda que a imprensa conservadora trate o governante tucano como “estadista” e o petista, como “populista”.
Mas se o estadista é aquele que governa acima dos próprios interesses políticos e se o populista é o que prioriza seus interesses políticos ao governar, analisando as condutas de FHC e de Lula em seus respectivos períodos poderemos definir quem é quem.
No caso do ex-presidente tucano, voltemos a 1998. Era ano eleitoral como este. A economia tinha sérios problemas decorrentes da manutenção de uma taxa de câmbio fixa pelo governo desde 1994.
A paridade entre o dólar e o real deixara o Brasil sem reservas em dólar, gerando desconfiança da comunidade internacional de que o país teria como honrar suas dívidas na moeda americana, dividas que haviam explodido nos últimos anos.
Era preciso desvalorizar o real, portanto, pois naquele 1998 a situação chegara ao limite e já começava a haver fuga de capitais estrangeiros que, até então, vinham financiando os sucessivos déficits da balança comercial entre importações e exportações devido ao câmbio irreal.
FHC postergou a desvalorização do real até depois das eleições, durante as quais acusou o adversário Lula de pretender desvalorizar a moeda, caso fosse eleito, garantindo que só a própria reeleição impediria uma medida que seria dolorosa sobretudo porque a sociedade se endividará em moeda americana porque estava artificialmente “barata”.
Nas primeiras semanas do ano seguinte, pouquíssimo tempo depois de uma eleição em que FHC se reelegeu prometendo não desvalorizar o real, ele fez aquilo de que acusara o adversário de pretender fazer, com conseqüências desastrosas para a economia devido à intempestividade com que ocorreu a maxidesvalorização de 1999.
Outro corte, agora para o presente, no governo Lula. Ontem, o Copom (Comitê de Política Monetária) elevou a taxa Selic, a taxa básica de juros da economia, para 9,50%. Foi uma “paulada”, como previra o presidente do Banco Central.
Surgem, pois, duas questões:
1 – Por que aumentar a taxa de juros?
2 – Por que um populista toma uma medida impopular em ano eleitoral?
Os juros precisam aumentar porque a economia está se aquecendo de uma forma que já começa a provocar escassez de vários produtos e serviços, o que, de acordo com a imutável lei da oferta e da procura, fará subir os preços porque há mais gente querendo tais produtos e serviços do que oferta deles.
Já sobre a pergunta número dois, podemos concluir que quem toma medida impopular em ano eleitoral não está cumprindo a definição do dicionário para populista, pois não está governando pensando em seus interesses políticos.
Por todo o exposto, não me parece errado dizer que o populista é FHC e o estadista, é o presidente Lula.
Escrito por Eduardo Guimarães às 11h40
[(37) Opiniões - clique aqui para opinar] [envie esta mensagem]
O Estadista e o Populista
Neste ano, o Brasil fará uma escolha entre projetos de governo para os próximos quatro anos. Pelo andar da carruagem, a escolha acontecerá entre os projetos de conservadores e de progressistas, na minha visão das ideologias dos dois principais grupos políticos que disputam a sucessão presidencial.
À meu juízo, conservador é aquele que defende que o Estado não seja o indutor de crescimento por meio de investimentos em todos os campos, que se abstenha de regular a atividade econômica e que defende que o “mercado se auto-regule”, além de ser contrário a investimentos de verdade em programas sociais.
O progressista, entendo que atribui ao Estado o papel fundamental de induzir a economia através de seus investimentos e participação direta nas atividades econômicas, e que aposta em inclusão social como forma de construção de um mercado de consumo de massas ao dotar os programas sociais de intensos investimentos públicos.
Os conservadores negam que a característica deles seja a que digo. Entretanto, como no Terceiro Mundo sempre pautaram o debate político com seus meios de comunicação e seus maiores recursos financeiros, cunharam dois termos para governantes que atuam por cada uma das formas aqui elencadas: “populista” e “estadista”
Indo ao dicionário, constata-se a definição corrente de cada um desses termos e se descobre uma significativa diferença entre eles, pois, gramaticalmente, inserem-se em duas categorias distintas: estadista é substantivo e populista é adjetivo derivado do substantivo populismo, cujo sufixo denota anomalia.
Vejamos as definições do dicionário Houaiss.
Estadista
Acepções
■ substantivo de dois gêneros Acepções
1 Pessoa versada nos princípios ou na arte de governar
2 Pessoa ativamente envolvida em conduzir os negócios de um governo ou moldar a sua política; homem de Estado
3 Pessoa que exerce liderança política com sabedoria e sem limitações partidárias
Populismo
Acepções
■ substantivo masculino
1 simpatia pelo povo
2 Rubrica: literatura.
Corrente estética e literária que busca assuntos e temas para suas obras junto ao povo mais simples, que ali é retratado com simpatia
3 Rubrica: política.
Denominação atribuída a diversos regimes políticos que surgiram na América Latina depois da crise de 1929, esp. na Argentina, com Juan Domingo Perón, e, no Brasil, com Getúlio Vargas, rompendo com as instituições democráticas, e cujas realizações concretas mais importantes foram: a diminuição do peso relativo das antigas oligarquias, esp. as rurais, a criação de legislação trabalhista que assegurou direitos aos trabalhadores, esp. os urbanos, a rápida industrialização, o nacionalismo como marca da política econômica nacional, o estatismo na economia, o crescimento da classe média
4 Rubrica: política.
Regionalismo: Brasil. A partir de 1980, doutrina e prática política, de esquerda ou de direita, que prega a defesa dos interesses das camadas não privilegiadas da população, mas que freq. se limita a ações de cunho paternalista, angariando dessa forma o apoio popular [Freq., o povo aglutina-se em torno da figura de um líder carismático. Obs.: cf. demagogia e demagogismo 5 Rubrica: política. Ação de natureza populista Ex.: esse governo precisa deixar de populismos e começar a governar de verdade
Cortemos para a natureza dos dois principais projetos de governo que disputarão a sucessão presidencial. Tais projetos trazem, queiram ou não alguns, duas marcas bem distintas: a do governo Fernando Henrique Cardoso e a do governo Lula.
Pergunta: a qual titular de cada governo se deve atribuir a titulação de estadista e a de populista?
Como se viu nas definições de cada um dos termos, o conceito de populismo é algo difuso. Mas, se nos prendermos aos aspectos enaltecedor de estadista e pejorativo de populista, teremos que analisar as condutas dos dois governantes supra mencionados, ainda que a imprensa conservadora trate o governante tucano como “estadista” e o petista, como “populista”.
Mas se o estadista é aquele que governa acima dos próprios interesses políticos e se o populista é o que prioriza seus interesses políticos ao governar, analisando as condutas de FHC e de Lula em seus respectivos períodos poderemos definir quem é quem.
No caso do ex-presidente tucano, voltemos a 1998. Era ano eleitoral como este. A economia tinha sérios problemas decorrentes da manutenção de uma taxa de câmbio fixa pelo governo desde 1994.
A paridade entre o dólar e o real deixara o Brasil sem reservas em dólar, gerando desconfiança da comunidade internacional de que o país teria como honrar suas dívidas na moeda americana, dividas que haviam explodido nos últimos anos.
Era preciso desvalorizar o real, portanto, pois naquele 1998 a situação chegara ao limite e já começava a haver fuga de capitais estrangeiros que, até então, vinham financiando os sucessivos déficits da balança comercial entre importações e exportações devido ao câmbio irreal.
FHC postergou a desvalorização do real até depois das eleições, durante as quais acusou o adversário Lula de pretender desvalorizar a moeda, caso fosse eleito, garantindo que só a própria reeleição impediria uma medida que seria dolorosa sobretudo porque a sociedade se endividará em moeda americana porque estava artificialmente “barata”.
Nas primeiras semanas do ano seguinte, pouquíssimo tempo depois de uma eleição em que FHC se reelegeu prometendo não desvalorizar o real, ele fez aquilo de que acusara o adversário de pretender fazer, com conseqüências desastrosas para a economia devido à intempestividade com que ocorreu a maxidesvalorização de 1999.
Outro corte, agora para o presente, no governo Lula. Ontem, o Copom (Comitê de Política Monetária) elevou a taxa Selic, a taxa básica de juros da economia, para 9,50%. Foi uma “paulada”, como previra o presidente do Banco Central.
Surgem, pois, duas questões:
1 – Por que aumentar a taxa de juros?
2 – Por que um populista toma uma medida impopular em ano eleitoral?
Os juros precisam aumentar porque a economia está se aquecendo de uma forma que já começa a provocar escassez de vários produtos e serviços, o que, de acordo com a imutável lei da oferta e da procura, fará subir os preços porque há mais gente querendo tais produtos e serviços do que oferta deles.
Já sobre a pergunta número dois, podemos concluir que quem toma medida impopular em ano eleitoral não está cumprindo a definição do dicionário para populista, pois não está governando pensando em seus interesses políticos.
Por todo o exposto, não me parece errado dizer que o populista é FHC e o estadista, é o presidente Lula.
Escrito por Eduardo Guimarães às 11h40
[(37) Opiniões - clique aqui para opinar] [envie esta mensagem]
blog do planalto
Hoje em dia, assim com antigamente, muitos ainda tem acesso a informacoes atraves da redes de televisao e dos jornais . Ms quantas informacoes sao realmente verdadeiras? Quantas manchetes condizem com a reportagem? Quantos ficam com raiva ao lerem, somente, as manchetes? Quantas vezes fomos manipulados pela midia? E ha quanto tempo isto tem sucedido?
O Presidente Lula tem falado sobre tantas coisas. Mas voces ja notaram que enquanto os reporteres trazem as noticias que eles querem, eles mesmos se interpoem entre as falas do Presidente ( ou mesmo outros) e voce fica sabendo somente pela metade o que ele disse?
Eles chamam sua atencao para o portugues falado pelo Presidente. Criticam-no em tudo.
Pela revista Time o presidente foi colocado como o lider mais infuente, mas pelo ESP online, ele disseram que muitos, clicaram na foto de Lula e que por isso acharam ou interpretaram que o lula seria o primeiro, mais influente (contudo nao disseram erm que numero ele estava) e, entao, consultando o jornal daqui da Inglaterra, pude ver que , realmente, o jornal brasileiro foi incapaz de falar a verdade ( e eu me pergunto, quantas vezes eles tem agido assim, ocultando as verdadeiras informacoes?
O Presidente Lula tem falado sobre tantas coisas. Mas voces ja notaram que enquanto os reporteres trazem as noticias que eles querem, eles mesmos se interpoem entre as falas do Presidente ( ou mesmo outros) e voce fica sabendo somente pela metade o que ele disse?
Eles chamam sua atencao para o portugues falado pelo Presidente. Criticam-no em tudo.
Pela revista Time o presidente foi colocado como o lider mais infuente, mas pelo ESP online, ele disseram que muitos, clicaram na foto de Lula e que por isso acharam ou interpretaram que o lula seria o primeiro, mais influente (contudo nao disseram erm que numero ele estava) e, entao, consultando o jornal daqui da Inglaterra, pude ver que , realmente, o jornal brasileiro foi incapaz de falar a verdade ( e eu me pergunto, quantas vezes eles tem agido assim, ocultando as verdadeiras informacoes?
Saturday, 1 May 2010
e Paulo Renato, tudo a ver.
sábado, 1 de maio de 2010
SE ELEITO, SERRA COBRARÁ MENSALIDADE EM UNIVERSIDADES PÚBLICAS
.
Ex-colega de Zé Chirico no ministério do governo FHC, o atual Secretário da Educação do governo tucano paulista, Paulo Renato Souza, é nome certo para voltar ao Ministério da Educação, em uma improvável eleição de Serra à Presidência da República. Ambos são unha e carne, irmanados que estão no mesmo ideal privatizador do patrimônio público.
Apenas para clarear a memória, citamos o registro feito pelos jornalões da época em que os próceres do PSDB queriam, porque queriam, “desmontar a Petrobras osso por osso” e livrar-se da petrolífera, tida por eles como "um dos últimos esqueletos da República".
Paulo Renato, o homem das hirsutas sobrancelhas (que, por sinal, ficam encrespadíssimas toda vez que este Cloaca News invoca seu santo nome), temos de admitir, é bom de negócio. Eleito deputado federal (financiado pela Folha de S.Paulo), licenciou-se na Câmara para ocupar a Secretaria de Educação de José Serra, sem abrir mão de seu lucrativo empreendimento de tráfico lobista. Entre as inúmeras – e tenebrosas – transações que efetuou no cargo, a mais vergonhosa, certamente, foi esta aqui, em que a Secretaria da Educação paulista encomendou a impressão de 24.139.900 exemplares de “cadernos do aluno” à empresa Posigraf, do Grupo Positivo, cliente graúdo da empresa lobista de Paulo Renato. Se ainda não estiver de bom tamanho, recupere aqui a farra de quase R$ 100 milhões do governo tucano com a Microsoft.
Pois, no último dia 26 de outubro, em uma entrevista à reporter Monica Weinberg, da revista Veja, Paulo Renato Sousa – amigo de fé, irmão-camarada de Serra – declarou, sem pejo, que é “bobagem” essa história de “preservar a universidade gratuita”, e que “é preciso, de uma vez por todas, começar a enxergar as questões da educação no Brasil com mais pragmatismo e menos ideologia”.
Não somos nós que estamos dizendo. São eles, os próprios vendilhões.
Para ler a íntegra da entrevista de aluguel, respire fundo e vá até o site Educar para Crescer, do Grupo Abril, onde está abrigado o texto completo da conversa.
Postado por Cloaca News às 17:27:00
SE ELEITO, SERRA COBRARÁ MENSALIDADE EM UNIVERSIDADES PÚBLICAS
.
Ex-colega de Zé Chirico no ministério do governo FHC, o atual Secretário da Educação do governo tucano paulista, Paulo Renato Souza, é nome certo para voltar ao Ministério da Educação, em uma improvável eleição de Serra à Presidência da República. Ambos são unha e carne, irmanados que estão no mesmo ideal privatizador do patrimônio público.
Apenas para clarear a memória, citamos o registro feito pelos jornalões da época em que os próceres do PSDB queriam, porque queriam, “desmontar a Petrobras osso por osso” e livrar-se da petrolífera, tida por eles como "um dos últimos esqueletos da República".
Paulo Renato, o homem das hirsutas sobrancelhas (que, por sinal, ficam encrespadíssimas toda vez que este Cloaca News invoca seu santo nome), temos de admitir, é bom de negócio. Eleito deputado federal (financiado pela Folha de S.Paulo), licenciou-se na Câmara para ocupar a Secretaria de Educação de José Serra, sem abrir mão de seu lucrativo empreendimento de tráfico lobista. Entre as inúmeras – e tenebrosas – transações que efetuou no cargo, a mais vergonhosa, certamente, foi esta aqui, em que a Secretaria da Educação paulista encomendou a impressão de 24.139.900 exemplares de “cadernos do aluno” à empresa Posigraf, do Grupo Positivo, cliente graúdo da empresa lobista de Paulo Renato. Se ainda não estiver de bom tamanho, recupere aqui a farra de quase R$ 100 milhões do governo tucano com a Microsoft.
Pois, no último dia 26 de outubro, em uma entrevista à reporter Monica Weinberg, da revista Veja, Paulo Renato Sousa – amigo de fé, irmão-camarada de Serra – declarou, sem pejo, que é “bobagem” essa história de “preservar a universidade gratuita”, e que “é preciso, de uma vez por todas, começar a enxergar as questões da educação no Brasil com mais pragmatismo e menos ideologia”.
Não somos nós que estamos dizendo. São eles, os próprios vendilhões.
Para ler a íntegra da entrevista de aluguel, respire fundo e vá até o site Educar para Crescer, do Grupo Abril, onde está abrigado o texto completo da conversa.
Postado por Cloaca News às 17:27:00
As pessoas costumam ver a corrupção apenas no Estado
Uma das conclusões da pesquisa que o sr. realizou foi de que o crime organizado no Brasil é 'dependente-associado' do Estado em 4 de cada 10 casos. O que isso quer dizer?
Que, em grande parte dos casos, o crime organizado depende do Estado e de seus agentes para se realizar. Seja de modo ativo, pelo assalto a recursos públicos, seja passivo, pela corrupção das atividades de fiscalização e de policiamento. Quando decidi estudar as operações da PF, estava motivado pela ideia de conhecer a ação do Estado contra a corrupção e o crime organizado. O que acabei conhecendo melhor foi como o crime organizado e a corrupção são dependentes do Estado. O maior número de operações da PF, por exemplo, ocorreu no combate à corrupção no INSS - que, no orçamento federal, detém a maior rubrica. Uma única operação desbaratou uma quadrilha que desfalcou a Previdência em R$ 1 bilhão. De modo que a PF a apelidou de "Ajuste Fiscal". O volume de recursos movimentados pelas organizações criminosas, estimado a partir de 125 dessas operações, foi da ordem de R$ 22 bilhões (o orçamento do Bolsa-Família previsto para 2010 é de R$ 13,7 bi). Isso quer dizer que boa parte da riqueza socialmente produzida no Brasil não é apropriada pelas vias legais - mas pelo crime, pela sonegação, pela facilitação de negócios ilícitos, etc. As pessoas costumam ver a corrupção apenas no Estado, mas ela está na sociedade também.
Que, em grande parte dos casos, o crime organizado depende do Estado e de seus agentes para se realizar. Seja de modo ativo, pelo assalto a recursos públicos, seja passivo, pela corrupção das atividades de fiscalização e de policiamento. Quando decidi estudar as operações da PF, estava motivado pela ideia de conhecer a ação do Estado contra a corrupção e o crime organizado. O que acabei conhecendo melhor foi como o crime organizado e a corrupção são dependentes do Estado. O maior número de operações da PF, por exemplo, ocorreu no combate à corrupção no INSS - que, no orçamento federal, detém a maior rubrica. Uma única operação desbaratou uma quadrilha que desfalcou a Previdência em R$ 1 bilhão. De modo que a PF a apelidou de "Ajuste Fiscal". O volume de recursos movimentados pelas organizações criminosas, estimado a partir de 125 dessas operações, foi da ordem de R$ 22 bilhões (o orçamento do Bolsa-Família previsto para 2010 é de R$ 13,7 bi). Isso quer dizer que boa parte da riqueza socialmente produzida no Brasil não é apropriada pelas vias legais - mas pelo crime, pela sonegação, pela facilitação de negócios ilícitos, etc. As pessoas costumam ver a corrupção apenas no Estado, mas ela está na sociedade também.
Comparacoes entre o governo do FHC e do Lula
Gente que engana
O Conversa Afiada reproduziu o post do Cloaca News. Nós vamos ajudar propagar na rede web
Vamos refrescar a memória do PSDB...Gente que mente e engana você!!
O governo do tucano Fernando Henrique Cardoso – do qual Zé Chirico foi ministro do Planejamento e da Saúde – entregou o país ao seu sucessor com a taxa de juros na casa dos 25%.
Anteontem, dia 28, depois de sofrer um aumento, ela passou a ser de 9,5%.
Confira o histórico da taxa SELIC aqui.
Com ajuda do querido leitor Antonio Carlos, vamos fazer uma breve comparação, do governo Lula e o governo FHC, para refrescar a memória cansada do tucano José Serra:
1. Veja a comparação do Brasil antes -com FHC- e depois com Lula.
* Nos tempos de FHC, o Risco Brasil estava em 2.700 pontos.
Nos tempos de Lula, 200 pontos.
* O salário mínimo quando Lula assumiu a Presidência da República, em 2003,estava em 64 dólares.
Agora, está entre 290 e 300 dólares.
* O dólar que valia R$ 3, agora vale R$ 1,78.
* FHC não pagou a dívida com o FMI, pelo contrário, emprestava ainda mais.
Lula pagou em dólar e passou a emprestar para o FMI.
* A indústria naval, tão importante para o desenvolvimento do País, FHC não mexeu.
Lula reconstruiu.
* FHC não construiu nenhuma nova universidade.
Lula construiu dez novas universidades federais.
Quanto às extensões universitárias, no governo tucano não houve nenhuma.
No governo Lula foram 45.
* As escolas técnicas foram esquecidas na era FHC. Ele não construiu uma sequer.
Lula construiu 214.
* No campo da economia, as reservas cambiais no governo FHC foram 185 bilhões de dólares negativos.
No governo Lula, 239 bilhões de dólares positivos.
* O crédito para o povo/PIB no governo tucano foi de apenas 14%.
No governo Lula, com as políticas anticíclicas, alcançou 34%.
* Em relação à infraestrutura, FHC não construiu nenhuma estrada de ferro. Pelo contrário, privatizou.
No governo Lula, três estão em andamento.
* Quando Lula assumiu o governo, 90% das estradas rodoviárias estavam danificadas.
Agora na era Lula, 70% estão recuperadas.
* No campo da indústria automobilística, na era FHC, 20% em baixa.
Na era Lula, 30% em alta.
* Nos oito anos em que FHC presidiu o País, houve quatro crises internacionais, que arrasaram o Brasil.
Na era Lula, foi enfrentada uma grande crise, que o Brasil superou em razão das reservas acumuladas e das políticas anticíclicas empreendidas pelo governo.
* O cambio no governo FH era fixo, e estourou o Tesouro Nacional.
No governo Lula é flutuante, com ligeiras intervenções do Banco Central.
* A taxa de juros Selic atingiu na era FHC incríveis 27%.
No governo Lula chegou ao seu menor percentual desde quando foi criada, em 1983, 9,5%.
* A mobilidade social no governo tucano foi de apenas 2 milhões de pessoas.
No governo Lula, 23 milhões de pessoas saíram da linha de pobreza.
* FHC criou apenas 780 mil empregos em oito anos. Lula criou 12 milhões.
* O governo tucano nada investiu em infraestrutura.
Com o PAC Lula pretende investir R$ 504 bilhões até 2010 para o Saneamento Básico,Moradia Etc.
* No mercado internacional, o Brasil no governo FHC não teve crédito.
No governo Lula, o País foi reconhecido como investment grade pelas três maiores agências de classificação de risco internacionais. Deixamos de ser um país em que o capital externo só entrava para especular para ser um país de investimentos.
Lula fez mais:
* Somos respeitados no mundo inteiro como sendo o País do presente,da Copa e das Olimpíadas.
* Lula deu um aumento real (acima da inflação) de 54% ao salário
mínimo.
* Com Lula, para todas as categorias de trabalhadores, o aumento real médio foi de 26% acima da inflação.
* O PROUNI colocou milhares de jovens (muitos deles carentes) no Ensino Superior.
* Taxa de desempremprego a 7% (a taxa nos EUA "primeiro mundo", está a 10%. Espanha, 20%).
* O programa Minha Casa Minha Vida, deu lar a milhares de brasileiros carentes.
* No governo Lula, o Bolsa Família nasceu para enfrentar o maior desafio da sociedade brasileira, que é o de combater a fome e a miséria, e promover a emancipação das famílias. Lula conseguiu
Não troque o certo pelo duvidoso. Para dar continuidade ao governo Lula...Agora é Dilma
Enviar por email Por: Helena™
O Conversa Afiada reproduziu o post do Cloaca News. Nós vamos ajudar propagar na rede web
Vamos refrescar a memória do PSDB...Gente que mente e engana você!!
O governo do tucano Fernando Henrique Cardoso – do qual Zé Chirico foi ministro do Planejamento e da Saúde – entregou o país ao seu sucessor com a taxa de juros na casa dos 25%.
Anteontem, dia 28, depois de sofrer um aumento, ela passou a ser de 9,5%.
Confira o histórico da taxa SELIC aqui.
Com ajuda do querido leitor Antonio Carlos, vamos fazer uma breve comparação, do governo Lula e o governo FHC, para refrescar a memória cansada do tucano José Serra:
1. Veja a comparação do Brasil antes -com FHC- e depois com Lula.
* Nos tempos de FHC, o Risco Brasil estava em 2.700 pontos.
Nos tempos de Lula, 200 pontos.
* O salário mínimo quando Lula assumiu a Presidência da República, em 2003,estava em 64 dólares.
Agora, está entre 290 e 300 dólares.
* O dólar que valia R$ 3, agora vale R$ 1,78.
* FHC não pagou a dívida com o FMI, pelo contrário, emprestava ainda mais.
Lula pagou em dólar e passou a emprestar para o FMI.
* A indústria naval, tão importante para o desenvolvimento do País, FHC não mexeu.
Lula reconstruiu.
* FHC não construiu nenhuma nova universidade.
Lula construiu dez novas universidades federais.
Quanto às extensões universitárias, no governo tucano não houve nenhuma.
No governo Lula foram 45.
* As escolas técnicas foram esquecidas na era FHC. Ele não construiu uma sequer.
Lula construiu 214.
* No campo da economia, as reservas cambiais no governo FHC foram 185 bilhões de dólares negativos.
No governo Lula, 239 bilhões de dólares positivos.
* O crédito para o povo/PIB no governo tucano foi de apenas 14%.
No governo Lula, com as políticas anticíclicas, alcançou 34%.
* Em relação à infraestrutura, FHC não construiu nenhuma estrada de ferro. Pelo contrário, privatizou.
No governo Lula, três estão em andamento.
* Quando Lula assumiu o governo, 90% das estradas rodoviárias estavam danificadas.
Agora na era Lula, 70% estão recuperadas.
* No campo da indústria automobilística, na era FHC, 20% em baixa.
Na era Lula, 30% em alta.
* Nos oito anos em que FHC presidiu o País, houve quatro crises internacionais, que arrasaram o Brasil.
Na era Lula, foi enfrentada uma grande crise, que o Brasil superou em razão das reservas acumuladas e das políticas anticíclicas empreendidas pelo governo.
* O cambio no governo FH era fixo, e estourou o Tesouro Nacional.
No governo Lula é flutuante, com ligeiras intervenções do Banco Central.
* A taxa de juros Selic atingiu na era FHC incríveis 27%.
No governo Lula chegou ao seu menor percentual desde quando foi criada, em 1983, 9,5%.
* A mobilidade social no governo tucano foi de apenas 2 milhões de pessoas.
No governo Lula, 23 milhões de pessoas saíram da linha de pobreza.
* FHC criou apenas 780 mil empregos em oito anos. Lula criou 12 milhões.
* O governo tucano nada investiu em infraestrutura.
Com o PAC Lula pretende investir R$ 504 bilhões até 2010 para o Saneamento Básico,Moradia Etc.
* No mercado internacional, o Brasil no governo FHC não teve crédito.
No governo Lula, o País foi reconhecido como investment grade pelas três maiores agências de classificação de risco internacionais. Deixamos de ser um país em que o capital externo só entrava para especular para ser um país de investimentos.
Lula fez mais:
* Somos respeitados no mundo inteiro como sendo o País do presente,da Copa e das Olimpíadas.
* Lula deu um aumento real (acima da inflação) de 54% ao salário
mínimo.
* Com Lula, para todas as categorias de trabalhadores, o aumento real médio foi de 26% acima da inflação.
* O PROUNI colocou milhares de jovens (muitos deles carentes) no Ensino Superior.
* Taxa de desempremprego a 7% (a taxa nos EUA "primeiro mundo", está a 10%. Espanha, 20%).
* O programa Minha Casa Minha Vida, deu lar a milhares de brasileiros carentes.
* No governo Lula, o Bolsa Família nasceu para enfrentar o maior desafio da sociedade brasileira, que é o de combater a fome e a miséria, e promover a emancipação das famílias. Lula conseguiu
Não troque o certo pelo duvidoso. Para dar continuidade ao governo Lula...Agora é Dilma
Enviar por email Por: Helena™
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